Mindscape

exhibitions | exposições

Ficha técnica
Título: Mindscape
Ano: 2017
Tempo: 12 min

1_ Mindscape, 2017. 12 minutos, loop.

O trabalho realizado em 2 vídeos simultâneos.
Construído através de recortes de falas e imagens de filósofos e especialistas de diferentes culturas, MINDSCAPE apresenta diferentes pontos de vista sobre os degraus da crise migratória.
MINDSCAPE busca enfatizar o discurso falado e não as imagens de quem fala. Os rostos são omitidos e as metáforas visuais enfatizadas. Imagens de portas giratórias e trens subterrâneos fazem a ponte com os conceitos discutidos pelos filósofos e estudiosos construindo um discurso verbal x visual.

O objetivo é mostrar realidades na produção artística documental considerando a necessidade de interrogar o silêncio que fala e ao mesmo tempo esconde partes do contexto em questão.

O conceito de esperança é apresentado como forma de controle político ao mesmo tempo que se fala de espaços de impunidade nas leis internacionais.

O vídeo documento termina falando sobre o novo animal político que emerge e conclui: “We need a new mindscape!”

1_ Mindscape, 2017. 12 minutos, loop.

O trabalho realizado em 2 vídeos simultâneos.
Construído através de recortes de falas e imagens de filósofos e especialistas de diferentes culturas, MINDSCAPE apresenta diferentes pontos de vista sobre os degraus da crise migratória.
MINDSCAPE busca enfatizar o discurso falado e não as imagens de quem fala. Os rostos são omitidos e as metáforas visuais enfatizadas. Imagens de portas giratórias e trens subterrâneos fazem a ponte com os conceitos discutidos pelos filósofos e estudiosos construindo um discurso verbal x visual.

O objetivo é mostrar realidades na produção artística documental considerando a necessidade de interrogar o silêncio que fala e ao mesmo tempo esconde partes do contexto em questão.

O conceito de esperança é apresentado como forma de controle político ao mesmo tempo que se fala de espaços de impunidade nas leis internacionais.

O vídeo documento termina falando sobre o novo animal político que emerge e conclui: “We need a new mindscape!”

2_ SILENCIO, 2016. ( dimensões variáveis)

Fotografia enfatizando o vazio do poder e ao mesmo tempo o vazio de soluções.
Sonia Guggisberg, 1964. Pós-doutoranda em Artes Visuais pela ECA-USP (Bolsa Capes); Doutora em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUCSP – Bolsa Fapesp) e Mestre em Artes pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp- Bolsa Capes). Atua como artista, videomaker e pesquisadora participando de mostras coletivas e Individuais, palestras e workshops no Brasil e em outros países desde a década de 90.

Com o foco em questões do documentário artístico seus trabalhos são em fotografia, site specific, instalação em vídeo e som. Já realizou 18 exposições individuais e, além do Brasil, seus trabalhos já foram exibidos em Nova York, em algumas cidades da Alemanha, México, Colômbia, Chile, Espanha e França. Possui obras nas no acervo do Museu Lasar Segall, Museu de Arte Contemporânea de SP, SESC, Pinacoteca, Museu da Cidade de São Paulo e Instituto Figueiredo Ferraz entre outros. Em 2015 a artista ganhou o Prêmio Brasil de Fotografia 2014 (Prêmio Porto Seguro): Ensaios e em 2017 o Premio Geral, Produção independente, MobilFilm, em 2018 ganhou Melhor documentário, Produção independente, MobilFilm. Centro Cultural Unibes, São Paulo, SP. Desenvolve e coordena o projeto coletivo Sistemas Ecos. Vive e trabalha em São Paulo.

2_ SILENCIO, 2016. ( dimensões variáveis)

Fotografia enfatizando o vazio do poder e ao mesmo tempo o vazio de soluções.
Sonia Guggisberg, 1964. Pós-doutoranda em Artes Visuais pela ECA-USP (Bolsa Capes); Doutora em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUCSP – Bolsa Fapesp) e Mestre em Artes pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp- Bolsa Capes). Atua como artista, videomaker e pesquisadora participando de mostras coletivas e Individuais, palestras e workshops no Brasil e em outros países desde a década de 90.

Com o foco em questões do documentário artístico seus trabalhos são em fotografia, site specific, instalação em vídeo e som. Já realizou 18 exposições individuais e, além do Brasil, seus trabalhos já foram exibidos em Nova York, em algumas cidades da Alemanha, México, Colômbia, Chile, Espanha e França. Possui obras nas no acervo do Museu Lasar Segall, Museu de Arte Contemporânea de SP, SESC, Pinacoteca, Museu da Cidade de São Paulo e Instituto Figueiredo Ferraz entre outros. Em 2015 a artista ganhou o Prêmio Brasil de Fotografia 2014 (Prêmio Porto Seguro): Ensaios e em 2017 o Premio Geral, Produção independente, MobilFilm, em 2018 ganhou Melhor documentário, Produção independente, MobilFilm. Centro Cultural Unibes, São Paulo, SP. Desenvolve e coordena o projeto coletivo Sistemas Ecos. Vive e trabalha em São Paulo.